Uma holding patrimonial bem estruturada organiza bens, define regras de governança familiar e permite planejar a sucessão em vida, com custos menores e sem os anos de espera e desgaste de um inventário.
Um inventário envolve ITCMD (até 8% do patrimônio, dependendo do estado com tendência de alta e progressividade obrigatória com a reforma tributária), custas judiciais, honorários advocatícios e, frequentemente, anos de processo. Durante esse período, bens podem ficar bloqueados e conflitos familiares tendem a se agravar. O planejamento em vida existe justamente para evitar esse cenário..
como a Lei de Maquila para operações de industrialização voltadas à exportação.
regras claras (acordo de sócios, cláusulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade) reduzem drasticamente o espaço para conflitos entre herdeiros.
centralização da gestão de imóveis, participações e investimentos.
em determinados perfis, a tributação de receitas de aluguéis na pessoa jurídica pode ser mais eficiente que na pessoa física. Analisamos caso a caso.
Holding não é solução universal e desconfie de quem vende como se fosse. Há casos em que os custos de estruturação e manutenção superam os benefícios, e situações em que outras ferramentas (testamento, doação direta, seguros) resolvem melhor. Nossa análise diz com clareza se a holding faz sentido para o seu caso, inclusive quando a resposta é não.
bens, estrutura da família, objetivos e preocupações.
tipo societário, cláusulas de proteção, regras de governança e plano sucessório.
constituição da holding, integralização dos bens e formalização dos instrumentos jurídicos.
contabilidade da holding e revisões periódicas da estrutura.